(21) 3942-1280 [email protected]

A Inteligência Emocional, chave do sucesso profissional

emotions

Até os anos 80, as organizações funcionavam de um modo vertical onde as tarefas eram isoladas e divididas entre setores distintos e muito herméticos. As rápidas mudanças do senário econômico trouxeram uma serie de mudanças na repartição e na execução das tarefas que passaram a serem realizadas por projetos. Essa nova organização favorizando o management horizontal aproximou profissionais de áreas distintas e incentivou a participação de cada um nas tomadas de decisões, fazendo com que as pessoas tenham que se relacionar e se comunicar muito mais entre elas, a través de vario meios, para alcançar objetivos comuns.

Isso acabou mudando também os critérios de seleção de candidatos na hora de abrir um processo de recrutamento. Não se busca mais somente competências técnicas e sim, competências humanas. Isso a fim de garantir a boa inserção de um candidato dentro da um grupo com quem ele terá de lidar para chegar in fine no bom desempenho das suas funções iniciais.

Essa habilidade de comunicar de forma harmoniosa e eficaz com os integrantes de um grupo com quem as vezes discordamos, faz referencia a nossa capacidade de lidar com as nossas próprias emoções, provocadas pelas atitudes ou reações dos outros. E o que alguns psicólogos passaram a chamar de Inteligência Emocional.

As emoções agem como barreira ou alavanca para o desempenho das nossas competências técnicas, dependo da nossa capacidade a antecipa-las, identifica-las e canaliza-las. Existem quatro emoções principais que são a alegria, a tristeza, o medo e a raiva. Cada uma delas tem seu funcionamento e papel dentro do organismo.

O primeiro passo para chegar a ter o controle sobre suas emoções, é a identificação delas e do motivo que as provocou. Isso ajudará a preveni-las no futuro, antecipando nossa reação e induzindo respostas cada vez mais adequadas.

Por outro lado, é preciso ter calma e paciência. Muitas vezes a primeira reação provocada por uma emoção remete a um comportamento primário e exclusivamente biológico cujas consequências imediatas em um contexto que não é mais de sobrevivência e sim, profissional, podem resultar prejudicáveis. Assim, por exemplo,  ao receber um e-mail revoltante, é aconselhável responder para liberar a sua emoção de raiva, mas segurar o envio da resposta até o dia seguinte. Com mais calma e a emoção passada, se conseguirá discernir melhor o que de fato precisa ser dito e de que maneira, tirando o conteúdo ou a forma que só ia piorar a situação em vez de ajudar na sua resolução.

Finalmente, antes de se entregar a qualquer emoção, é preciso se perguntar sempre quais serão as consequências positivas ou negativas que a minha reação poderá trazer para mim e para meu interlocutor. A resposta servirá como guia e a empatia gerida por essa reflexão será sempre a chave para tornar sua comunicação e suas relações profissionais mais harmoniosas e  produtivas.

Clémence Pimont, profissional de gestão de pessoas, especialista em relacionamento e comunicação interpessoal e etiqueta dos negócios internacionais.  Contato: [email protected]

https://www.linkedin.com/in/clémence-pimont-4529ba2b/

Meu título